Sábado, 18 de Julho de 2009

AMIGOS QUE CURTEM


Novidade bem interessante: agora os amici que curtem
meu blog podem aparecer aqui, participando comigo.
O que é gratificante e muito, já que o importante é
interagir, sempre, com nossas críticas, posições e opiniões.
Bacana pra caramba.
É só clicar no link AMIGOS, siga a seta.



bjs a todos
Marco Angeli


Quinta-feira, 16 de Julho de 2009

SÃO PAULO 1923, 1957 by Marco Angeli


Há alguns dias entreguei duas pinturas
para o escritório da Marques Rosado, Toledo Cesar & Carmona,
complementando um trabalho que foi iniciado há
dois anos atrás, e que teve alguns lances curiosos.
Seguindo o conceito anterior, para o mesmo escritório,
na Av. Faria Lima, em São Paulo, o tema
foi a cidade e sua memória.





Viaduto do Chá, 1923, em meu studio, no início da pintura.
O tamanho dessa tela é de 4,70 x 1,30 mts.


Escolhemos o Viaduto do Chá e o Anhangabaú,
dois marcos do centro antigo de São Paulo, em épocas distintas.
Uma das telas é grande, para a maior das salas de
reunião do escritório, e óbvio que é o que prefiro
e sempre me dá prazer fazer, esses grandes formatos.




Viaduto do Chá e Anhangabaú, 1957, no meu studio,
começando o trabalho. Essa tela mede 2,00 x 1,20 mts,
e a técnica de ambas é carvão e acrílico sobre canvas.


Ando meio inclinado, últimamente, a usar mais cor em
meu trabalho. O resultado está aí:


Viaduto do Chá 1923, 4,70 x 1,30 mts





Detalhes de Viaduto do Chá, 1923


Viaduto do Chá e Anhangabaú, 1957, 2,00 x 1,30 mts



Detalhes de Viaduto do Chá e Anhangabaú, 1957

Meus agradecimentos ao amigo Dr. Luiz Afonso e á
Priscila, o primeiro pela força e à segunda pela simpatia
e carinho com que sempre me recebeu.

Marco Angeli, julho de 2009

Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

JÁ VAI, JOSÉ? by Marco Angeli


Uma madrugada dessas, dias atrás, passei no Graal
como faço sempre pra tomar um café depois
do cinema. Jean, o gerente da noite, velho amigo,
segurava transtornado a Veja que acabara
de sair. Aberta numa página que estampava a figura
também transtornada do presidente do Senado,
José Sarney, a revista aguentava impassível a ira
do meu amigo que não se conformava em ter que
ralar, estudar, trabalhar à noite, etc, e ver esse pessoal
da política se esbaldando numa esbórnia que
parecia jamais ter fim. Ou começo.
Tentei explicar à ele que o Lula, na sua peculiar sabedoria,
havia explicado pra todo mundo que o José Sarney
não era um cidadão comum, estava muito acima disso, e
como tal deveria ser tratado.
Minha tentativa de acalmá-lo não foi lá muito convincente.
Ele continuou encarando a Veja com fúria.
Mais tarde, voltando pra casa, lembrei das pessoas que
eu via eventualmente, nas madrugadas.
Umas seis da matina, enquanto eu, com sorte, voltava
de alguma festa por aí, observava aquelas pessoas,
banho tomado, mochila nas costas, marmita, saindo
para o trabalho de todos os dias. Silenciosos, numa rotina
há muito adquirida, eles iam cuidar do sustento de seus
filhos, de suas esposas, de suas vidas.
Para eles, como foi para meu pai, e para os pais de muita
gente, ganhar a vida significava ralar, obedecer aos
vencimentos dos carnês pontualmente, pagar pela casa em
que se mora, pela comida que se come.
Uma luta contínua, sem fim. Um leão por dia.
Pensei bem, e vi que o Lula tinha razão, afinal.
José Sarney estava tão distante disso tudo quanto
talvez um dinossauro estava para um computador -uma
homenagem justamente ao filme que eu havia visto,
Era do Gelo 3.
José Sarney é especial mesmo, acima de tudo isso.
Como outros tipos de DNA semelhante tiveram, tem o emprego
maravilhoso de presidente do Senado do Brasil.
Tem poder, sabe muito, pois sempre se virou aqui e alí
do mesmo jeito. Saber é poder.


Um selinho pra comemorar, depois

Além disso, tem incrustado no seu DNA o coronelismo,
herança magnífica que atravessa séculos, e que
de vez em quando gera criaturas como Antonio Carlos
Magalhães ou Renan Calheiros, seus antecessores
no dito emprego. E naquela poltrona azul.
Tem a sensação confortável do poder que tem,
sobre o partido que domina, sobre aqueles que hoje
tem o poder. Isso é o que importa, e jamais mudará,
enquanto existirem outros como ele.
Talvez tenha consciência, remotamente, das pessoas que
trabalham, ralam pra construir este país, e que, para todos
os efeitos, pagam seu salário e de toda a cambada
que ele enfiou em cargos públicos.
Mas o que se há de fazer? A vida é assim mesmo, alguns
nasceram para ser especiais, acima disso tudo.
Produzir, trabalhar, essas mesquinharias...são para outro
tipo de gente, as que não são especiais.
No entanto, aquelas pessoas que saem, humildes,
todos os dias com a mochila nas costas, o sol ainda
aparecendo, tem uma força que ele jamais teve ou sonha ter.
Elas constroem.
Unidas, elas o tirarão daquela cadeira azul.
E os outros como ele, lentamente.
Até que essa raça especial, de DNA acima das leis dos
homens finalmente desapareça.
E já vai tarde, muito tarde.

Marco Angeli, julho de 2009

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

IMAGENS DISPONÍVEIS


Algumas pessoas tem me pedido a ilustração do Jacko e outras
em alta resolução para uso não comercial, em blogs, etc.
Eu envio as imagens sem problemas, mas como a comunicação
através do blog é meio problemática e nem sempre
eficiente, entrem em contato comigo
através do e-mail studio@marcoangeli.com.br, ok?



Abraços a todos, e obrigado por curtirem.
Agradeço á todos também por votarem no Top Blog,
que nos colocou, a todos nós, na lista dos 100 mais votados,
Categoria Cultura, entre quase 70.000 participantes
em todas as categorias.
Vamos em frente que atrás vem gente...hehehehhe

Some persons asked me the illustration of the Jacko and others
in high resolution for not commercial use in blogs, etc.
I send the images without problems, but like the communication
through the blog is problematic and not always
efficient, get in touch with me
through the e-mail studio@marcoangeli.com.br, ok?
Thanx and a lot of hugs to you all.

Marco Angeli

Quinta-feira, 2 de Julho de 2009

CORINTHIANS by Marco Angeli


Paixão não se discute.
Sempre fui e sempre serei.
Parabéns à Nike pelo vídeo, arrepiou até
os não corintianos.
E o Ceará estava certo.



Vamos nessa.

Marco Angeli, junho de 2009, depois do Inter, já campeão